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sábado, 3 de junho de 2017

Coroação de Nossa Senhora na residência de Tota e Rita no Sítio Quinquê

Todos os anos o casal Tota e Rita, a família e os vizinhos se reúne todos os dias durante todo o mês de maio para rezarem a tradicional Novena no sítio Quinquê.

E a noite de hoje (03) foi marcada com a Coroação de Nossa Senhora das Graças na qual a garotinha Flavia Melanny teve a honra de coroar a Mãe de Jesus.

O editor desse Blog esteve presente e viu todos os detalhes de uma organização de Lourdes Cândido, filha do casal Tota e Rita.

Toinho de Catita, como sempre arrasando na decoração.










sexta-feira, 26 de maio de 2017

Dia do Costureiro na Fábrica Fortaleza


O dia de ontem (25) foi marcado pelo dia do Costureiro, e o Grupo C. MEDEIROS se confraternizou juntos as demais Fábricas do nosso município.

Particularmente a Fábrica Fortaleza na qual o Editor deste Blog e essa Equipe tem a alegria de fazer parte desta Família que compartilha momentos juntos.

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Somos construtores de nós mesmos


O pai do menino Blaise Pascal estava acostumado a lidar com números.

Além de ser matemático, trabalhava para o Governo, no setor de cobrança de impostos.

Blaise nasceu em 1623, na França. Aos três anos perdeu a mãe e assim passou a ser criado exclusivamente pelo pai.

Este o apresentou aos estudos muito cedo, porém, deixou de lado a matemática, pois acreditava que esta só deveria ser ensinada ao filho mais tarde.

No entanto, a criança era curiosa, e acompanhando o trabalho do pai à distância, certo dia perguntou: Pai, o que é geometria?

Blaise tinha apenas 6 anos. Seu pai, obviamente, para não deixar o filho sem resposta, explicou, de forma bem sucinta sobre as formas, os ângulos, as medidas...

Algum tempo depois, quando numa visita ao quarto do menino, o pai se espanta ao percebê-lo riscado, de cima a baixo, com carvão, com todos os teoremas da geometria euclidiana.

Aos 19 anos, Pascal inventou a primeira máquina aritmética: um primeiro tipo de máquina de calcular mecânica, que permitia realizar as quatro operações.

Levou 2 anos para produzir o equipamento, trabalhando com artesãos. Seu objetivo era ajudar o pai, em seu trabalho como coletor de impostos.

Transformou-se em respeitado matemático, inventor, filósofo, físico e escritor.

Ao estudar mais a fundo sua vida e obra, não há quem não se encante e admire com tanto conhecimento e desenvolvimento espiritual igualmente.

Uma pergunta então poderíamos trazer para reflexão:

Como se explica Blaise Pascal?

Como se explica uma genialidade que não foi ensinada?

Obviamente que ele se criou num meio propício ao seu desenvolvimento, mas como seria possível uma criança conhecer os princípios fundamentais da geometria, sem nunca antes ter tido contato com eles?

Como explicar Blaise Pascal, ou tantos outros gênios que vieram e ainda vêm à Terra e mostram, claramente, um conhecimento adquirido antes?

Pela genética apenas? Fatores genéticos que propiciaram esta anomalia positiva aleatória?

Sim, aleatória, pois poderíamos perguntar: Por que ele? Qual a razão desse privilégio genético?

Bem, se fôssemos por este campo, as perguntas não terminariam nunca.

Mas podemos ir para uma linha de raciocínio muito mais lógica e simples. Poderíamos falar em preexistência da alma.

Tudo faria mais sentido então: Blaise Pascal, uma alma reencarnada, trazia um conhecimento prévio naquelas áreas específicas.

Blaise Pascal havia construído aquele conhecimento antes, e agora estava sendo apenas herdeiro de si mesmo.

Seria muito mais fácil entender desta forma, entender que somos construtores de nós mesmos ao longo das eras. Somos herdeiros de nós mesmos.

Compreender isso nos traz segurança para a alma.

Faz-nos entender que estamos imersos numa justiça maior, que vamos desvendando ao longo do tempo, mas que jános encanta profundamente.

Somos construtores de nós mesmos, ao longo das eras. Herdamos nossas próprias conquistas. O Universo está do nosso lado.



São várias as colaborações do Espírito Blaise Pascal com a Codificação Espírita.

Destacamos os seguintes dizeres seus:

Se os homens se amassem com mútuo amor, mais bem praticada seria a caridade. E, logo adiante:

Esforçai-vos por não atentar nos que vos olham com desdém e deixai a Deus o encargo de fazer toda a justiça, a Deus que todos os dias separa, no Seu Reino, o joio do trigo.


segunda-feira, 3 de abril de 2017

Em São Vicente, Grupo de WhatsApp AMIGOS DA ODS TELECOMUNICAÇÕES faz Sopão para Famílias carente


O Grupo AMIGOS DA ODS TELECOMUNICAÇÕES é um dos primeiros Grupos de WhatsApp em São Vicente RN.

Em alguns papo no Grupo, surge a ideia solidária do SOPÃO realizado hoje (03/04) na Escola CEMEI, muitas famílias que ali esteve voltava para suas casas com o sorriso no rosto e a certeza de dividir um SOPÃO delicioso feito com amor por uma Equipe que sabe e entende do assunto.




quinta-feira, 23 de março de 2017

Gesto especial


Eles eram oito executivos trabalhando em uma grande empresa. Um deles destoava dos demais.

Ele era um homem quieto, calado. Quando todos iam ao lanche, ele se retirava para um local isolado e ficava a sós.

Era tido pelos demais como uma pessoa estranha. Os colegas se encontravam depois do trabalho, saíam juntos e Ernani nunca participava de nada.

Mauro, o mais desinibido do grupo fazia graça, inventava piadas para os amigos onde, sempre, o motivo de riso era Ernani.

Certo final de semana, Mauro anunciou que iria pescar e prometeu aos companheiros que, se fosse feliz na pescaria, traria um salmão para cada um deles.

Secretamente, confidenciou aos companheiros que, para Ernani, ele destinaria as vísceras e os rabos dos peixes. Desejava pregar-lhe uma peça e todos iriam rir muito.

E assim foi. Na segunda-feira, cada um deles recebeu um embrulho muito bem feito, inclusive Ernani. Cada um foi abrindo o seu e verificando o salmão limpo.

Ernani ficou sentado, olhando para o pacote. Instado a abri-lo, entre risos de todos, de voz embargada ele falou:

Fico muito emocionado com a lembrança. Quero dizer a vocês que tenho vivido, há cinco anos, um grande drama.

Minha esposa teve um acidente e ficou tetraplégica. Todos os recursos do meu salário são para atender suas necessidades médicas.

A voz era reticente e o ar começou a pesar, no escritório. Mauro tentou retirar o embrulho das mãos de Ernani. Era tarde. Ele tinha começado a desembrulhar.

Agora, as lágrimas lhe assomavam aos olhos e ele não as conseguia conter. A emoção o dominava.

Tenho cinco filhos, continuou. Eles não vão para a escola, porque meu dinheiro não consegue pagar o que seja necessário. Eu não tenho dinheiro nem para o material escolar, nem para os uniformes.

Vocês falam a meu respeito, eu sei, porque nunca faço lanche com vocês. É que trago um lanche de casa e tenho vergonha de mostrá-lo. Por isso, sempre me retiro para comer a sós.

Mas, hoje, - e retirou mais um pedaço de papel do embrulho - hoje, meus filhos comerão bem, graças a você, Mauro.

Ernani abriu o pacote por inteiro e se deparou com as vísceras e rabos dos peixes.

Um silêncio geral se fez na sala. Um mal estar tomou conta de todos. Não havia o que dizer, o que fazer.

Então, um dos executivos se dirigiu até Ernani e depositou no seu colo o próprio embrulho. Todos os demais o imitaram.

No próximo final de semana, eles visitaram Ernani e, se cotizando, providenciaram melhor atendimento para a esposa.

Cada um deles assumiu os gastos com a escola de um de seus filhos.

Eles haviam despertado para uma realidade jamais imaginada.

A esposa de Ernani veio a falecer, alguns meses depois. Os filhos se formaram, um a um.

Os amigos se olharam e perguntaram: E, agora?

Então, juntos optaram por fundar uma O N G, cujo objetivo fosse atender a pais com necessidades especiais e seus filhos.

Um gesto de amizade redundou em benefício para uma larga comunidade.



Fique atento ao que ocorre ao seu redor. O companheiro arredio, por vezes é alguém que traz o coração em chaga viva.

Observe, pergunte, disponha-se a auxiliar e faça luz em outras vidas.


quarta-feira, 15 de março de 2017

Sob a sombra de um carvalho


"Não há como substituir um velho companheiro.

Nada vale o tesouro de tantas recordações comuns, de tantos momentos difíceis vividos juntos, tantas desavenças e reconciliações; tantas emoções compartilhadas.

Não se reconstroem essas amizades.

É inútil plantar um carvalho na esperança de poder, em breve, se abrigar sob a sua sombra."

O belo pensamento é de Saint-Exupéry, em seu texto "Terra dos homens", e nos remete a uma temática deveras importante: a construção de nossas relações com os outros.

Convidamos você, neste momento, a lembrar de um grande companheiro de sua vida: um velho companheiro, um amigo, um pai, uma mãe, um irmão, irmã, etc.

Passe uma revista rápida pelos anos de convívio e tente perceber como esta relação se formou e se consolidou ao longo do tempo.

Lembre-se das tantas emoções compartilhadas, dos momentos felizes e dos momentos tristes.

Certamente a cumplicidade, a amizade, o devotamento, não surgiram prontos, acabados.

Certamente a confiança e o profundo apreço não nasceram repentinamente.

Muito trabalho foi empregado aí, entre esses dois mundos de tantas afinidades, mas também de tantas diferenças.

O carvalho plantado precisou de rega constante, esperançosa. Precisou de tempo, de sol e de chuva.

Ambos hoje se abrigam sob sua sombra, depois de anos e mais anos de investimento mútuo.

Assim, parece simples de se entender a afirmação de Exupéry, de que é inútil plantar um carvalho na esperança de, logo em seguida, imediatamente após o plantio, já poder desfrutar de sua sombra.

A árvore leva tempo para se tornar frondosa. Porém, o tempo apenas não é suficiente.

Que adiantam cem anos de solo infértil, de estiagem, de falta de sol?

Não, um carvalho não cresce sem o cuidado da natureza, assim como uma relação de companheirismo não sobrevive se não for cuidada de perto, todos os dias.

Por isso, se desejamos poder deitar e curtir a sombra de um belo carvalho, lembremos de tratá-lo todos os dias com toda nossa dedicação.

O velho e bom companheiro de amanhã poderá ser o irmão das lutas de hoje, aquele com quem temos dificuldades, mas que temos tolerado, compreendido.

O carvalho moço ainda tem pouca e vacilante sombra. Ora está aqui, ora está acolá, sacudido pelos ventos das tempestades.

O carvalho moço ainda não se vê árvore, não se crê capaz de quebrar a luz do sol gritante.

Mas se bem cuidado vai se fortalecendo, agigantando a copa, e se tornando frondosa árvore.

O velho e bom companheiro de amanhã é o amigo que nos estende a mão hoje, e não permanece muito tempo na espera de outra que o ampare.

 


"Velho companheiro, de mil aventuras;

Quantas experiências, vivemos os dois.

... Coisas que me ensinaste, para nada serviam...

Mas bem me dizias: servirão depois.

Sempre me aconselhaste: na justa medida,

Vai gozando a vida... Sem nunca esqueceres,

De praticar o bem.

Porque a gente só goza, na justa medida,

Se ajudarmos outros, a gozar também."